As Tensões Geopolíticas no Caribe escalam na América do Sul
Por Antonio Fernando Pinheiro Pedro*
Ditaduras e Ditadores
São ditados pelo tempo,
Que dita a razão
Que dita a história
Introdução
O cenário geopolítico na América do Sul está cada vez mais volátil devido à militarização do conflito dos Estados Unidos com a Venezuela sob o comando do narcoditador Nicolás Maduro, o alinhamento deste com o eixo Rússia-China-Irã e a mobilização de 4,5 milhões de milicianos, ameaçando desbordar a crise para o países vizinhos, intensificando a instabilidade regional.
Os principais desenvolvimentos desse conflito incluem:
1- Aumento das tensões entre Venezuela e Estados Unidos, com deslocamento de forças militares para o Caribe e anúncio de uma recompensa de 50 milhões de dólares pela captura de Maduro.
2- Atritos diplomáticos entre os EUA e os governos de esquerda do Brasil e da Colômbia, devido ao alinhamento dos regimes destes países com potências antiocidentais e conivência explícita com o narcoterrorismo.
3- A crise de Essequibo, na qual a Venezuela reivindica território da Guiana, elevando o risco de um conflito mais amplo que pode envolver o Brasil como possível corredor de invasão.
4- Crescente atividade criminosa e influência paramilitar na região, transbordando fronteiras, ameaçando a segurança e a governança do continente.
Daí a importância e necessidade de uma urgente coordenação diplomática e estratégica, para evitar a escalada do conflito e preservar a estabilidade no hemisfério.

O lamaçal bolivariano
É certo que Nicolás Maduro não irá durar. Mas seu regime ainda tem muita carne, sangue, pele e ossos dos miseráveis venezuelanos para queimar na fogueira dessa crise, alimentando o tráfico de drogas, a corrupção estratosférica e a entrega dos recursos do país ao eixo Rússia-China-Irã.
Mas é importante analisar o contexto histórico de todo esse lamaçal.
A “onda” do “Socialismo do Século XXI” – articulada pelo Foro de São Paulo – comandado por Lula, Castro e Chavez, resultou numa grave e complexa crise nas economias dos países dominados pelos regimes esquerdistas nas duas primeiras décadas deste século.
O rastilho da pólvora socialista começou a partir de Cuba e Venezuela, se expandindo para o Brasil, Paraguai, Argentina, Peru, Equador, Bolívia, Colômbia, Nicarágua, El Salvador, Guatemala e México. Neste mesmo rastro, seguiram-se monumentais fenômenos criminológicos de corrupção, violência urbana generalizada, desindustrialização e tráfico de drogas.
Esse fenômeno populista latino-americano – inicialmente estimulado pelos regimes globalistas europeus e pelo governo democrata norte-americano, convergiu para o eixo anti-ocidental paulatinamente, instituindo uma relação de dependência econômica com a China, motivada pelo antiamericanismo ancestral da esquerda no continente.
Essa alteração, no entanto, atendeu a interesses financeiros globalistas e, de quebra, destruiu o processo desenvolvimentista em curso no continente, estabelecido nos anos pós-guerra – de crescente industrialização e incremento do comércio e serviços. A crise econômica tornou-se visível nos meios urbanos, com a gentrificação e segregação dos pobres para áreas sem controle estatal – gerando uma enorme bolha de comércio informal e também criminoso enquanto, no campo, propiciou o avanço das atividades extrativistas minerais e produção agropastoril.
Enquanto os bancos – sem qualquer obrigação com o meio urbano, cresceram vertiginosamente fininaciando a especulação imobiliária, obras públicas e endividamento em massa, os parques industriais transformaram-se em sucata – em especial no Brasil, Argentina e Venezuela. Com isso, em pouco mais de uma década, todo o continente latino americano desabou economicamente – mergulhando num pãntano de proselitismos, corrupção e criminalidade; paripassu com elevada concentração econômica e financeira, dependência das atividades agrícolas, de extração minerária, de óleo e gás.

A Emergência Nacional Americana
Em 2015, após a queda do governo do PT no Brasil e exposição da estrutura de corrupção internacional montada pelo Foro de São Paulo, tornou-se evidente a conexção do hoje rebatizado “Grupo de Puebla” com movimentos terroristas financiados pelo tráfico de drogas.
Nos meios de inteligência internacional, tornou-se claro que o mecanismo do escândalo “Irã-Contras” – armado nos anos 1980 pela CIA, foi assimilado pelos narcotraficantes latino-americanos e terroristas islâmicos. O novo eixo passou a contar com o patrocínio de organizações e regimes políticos esquerdistas do continente americano, em parceria com movimentos e regimes islâmicos do médio-oriente.
O fenômeno começou a ser detectado pelos EUA no governo Clinton, anos após a criação do Foro de São Paulo – razão pela qual, em 1997, os EUA passaram a adotar uma nova doutrina de “Segurança Ambiental” para a região, expandindo pontos de mobilização e emprego de forças especiais na América do Sul.
Com o 11 de Setembro de 2001, a doutrina foi reforçada e rebatizada como “Doutrina de Segurança Regional”, pelo Governo G. W. Bush, que já monitorava o fenômeno da instalação da Al Qaeda na tríplice fronteira (Paraguai-Brasil-Argentina) e do Hezbolah entre as FARC, na Colômbia e na Venezuela Chavista.
Iniciada a debacle do “Socialismo do Século XXI”, em 2015, os regimes de esquerda remanescentes explicitaram a dependência do chamado “Sul Global” (termo usual no meio “progressista” dos globalistas), em direção ao “Eixo do Mal” Russo-Sino-Iraniano. O avanço do crime organizado, por sua vez, atingieu níveis de atividade e violência que transcederam as fronteiras latinas, invadindo os EUA, que, então, iniciaram uma contra-ofensiva, declarando a Venezuela “ameaça” à sua segurança nacional.
A medida foi renovada por Donald Trump em 2019, quando a “Emergência Nacional” ampliou o rol de sanções econômicas e políticas contra o regime de Nicolás Maduro, incluindo a decretação da Lei Magnitsky contra Maduro e magistrados bolivarianos.
Somada às escandalosas fraudes eleitorais, emigração em massa de milhões de refugiados venezuelanos e perseguições políticas da ditadura de Maduro, a reação norte americana intensificou a polarização regional.
Enquanto países vizinhos, como Brasil e Colômbia, adotaram de início posturas de contenção e alinhamento com Washington, Rússia, China e Irã trataram de entrar pela janela de oportunidade e apoiar o governo chavista – adquirindo em troca as reservas em ouro da Venezuela e parte do petróleo bruto. A medida contribuiu para o isolamento diplomático da Venezuela, agravou a crise migratória e abriu espaço para a expansão de facções criminosas transnacionais, tornando-se um vetor estratégico na reconfiguração da segurança regional.
Com a esquerda retornando ao Brasil e assumindo a Colômbia, o quadro se agravou e, hoje, com Trump de volta ao governo americano, a Emergência Nacional foi de novo declarada e expandida para quase toda a América Latina, enquanto os regimes esquerdistas se encontram sem qualquer apoio moralmente sustentável.

Maduro é o alvo primário
O fato é que Maduro tornou-se o primeiro alvo da retomada geopolítica norte americana no continente.
Na Venezuela, a ditadura segue o exemplo romano da dinastia dos Severos: aumenta o soldo de sua tropa. No entanto, desconfiado do Exército, Maduro recorre às sua famélicas e desmotivadas milícias bolivarianas — inspiradas nos Comitês Cubanos de Defesa da Revolução – uma versão tropical das S.A. nazistas, extraídas da leitura da obra Mein Kampf, de Hitler, por Fidel Castro.
No bojo da operação antidrogas lançada por Donald Trump, destróieres com mísseis Aegis e tropas embarcadas foram deslocados para o Pacífico Caribeno e o Caribe. Diante da intensificação das manobras militares dos Estados Unidos, Maduro anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos.
Com a cabeça posta a prêmio por US$ 50 milhões (o dobro do premio prometido por Bin Laden), Maduro declarou:
“Fuzis e mísseis para a força camponesa! Para defender o território, a soberania e a paz da Venezuela. Mísseis e fuzis para a classe operária!”
Traduzindo: Maduro irá cair.

A ameaça transnacional: Brasil e Colômbia sob risco
A crise venezuelana não é um problema interno. O regime chavista, aliado ao Irã e ao grupo terrorista Hezbolá, transformou a Venezuela em um epicentro de atividades ilícitas que ameaçam diretamente o Brasil e a Colômbia.
O Brasil, especialmente o estado de Roraima, já sofre com o impacto da migração em massa e da infiltração de agentes ligados a grupos criminosos e paramilitares. A Colômbia, por sua vez, enfrenta o fortalecimento de grupos como o ELN e dissidentes das FARC, que mantêm relações estreitas com Caracas.Mas a postura dos regimes de Brasília e Caracas ampliam ainda a mais a tensão diplomática na região.
A postura dos governos de esquerda tem gerado forte tensão com os Estados Unidos. O presidente colombiano Gustavo Petro recusou voos com deportados colombianos, levando Trump a impor tarifas de 25% e ameaçar sanções adicionais contra o presidente, familiares e auxiliares. O quadro para Petro piorou sobremaneira com o assassinato do candidato Uribe, um opositor alinhado com o ocidente e tido como favorito nas eleições presidenciais.
O Brasil, por sua vez, é alvo de críticas do Departamento de Estado americano e objeto de sanções diplomáticas e econômicas, incluso o sistema juristocrático que caracteriza o regime tupiniquim, cujas decisões do STF comprometem a separação de poderes e afetam direitos humanos. O quadro também é agravado pela perseguição empreendida a jornalistas e opositores do regime de Lula, bem como pela lawfare desencadeada pelo regime e operacionalizada pela juristocracia engajada, contra o ex-presidente Bolsonaro e seus apoiadores.
Trump já declarou que o alinhamento de Brasil e Colômbia com regimes autoritários e o eixo Rússia-China-Irã representam uma ameaça à segurança hemisférica. Os EUA decidiram que não facilitarão a vida de regimes que ameacem sua segurança geopolítica, bem como a do ocidente Europeu, no continente latino-americano.
Nesse diapasão, declarações provocativas do presidente Lula e decisões atrabiliárias da côrte suprema politicamente engajada, hoje ocupada pela pior judicatura de sua história, não irão ajudar.
O alinhamento destes países, na recusa em classificar as organizações criminosas neles baseadas como narcoterroristas, revelamuito mais dos regimes neles instalados que qualquer frase, decisão formal ou discurso dos dirigentes.
Os regimes de Lula e Petro, portanto, configuram os próximos alvos – simultaneamente à Maduro.

O eixo geopolítico, BRICS e Washington
O alinhamento de Brasil e Colômbia com o bloco BRICS e seus parceiros — Rússia, China, Irã — intenta fortalecer um novo eixo geopolítico que desafia a hegemonia americana e pretende- inclusive, alterar o regime monetário continental, transferindo-o do Swift para o CIPS.
A China e a Rússia, instaladas na Venezuela de Maduro, extraindo outro e traficando petróleo, além de encontrar uma base territorial para suas operações aero-navais, mantém uma cabeça de ponte no continente mais importante do hemisfério sul – e uma base de apoio próxima a Cuba. Não por outro motivo, já manifestaram apoio ao regime bolivariano e sua reivindicação sobre Essequibo.
Essas duas potências apostam na guerra comercial e diplomática iniciada por Trump, entendendo que isso poderá acelerar a presença chinesa na América Latina, com investimentos em infraestrutura, energia e tecnologia – e ampliar a rede de relações geoestratégicas com a Rússia. O Brasil, nesse contexto, parece ser a cereja do bolo, pois a sua tradicional busca por diversificar canais econômicos e reduzir a dependência dos EUA já elevou a China ao patamar de principal parceiro comercial.
O problema é que o segundo parceiro brasileiro são os EUA… seguidos dos demais países a eles alinhados. No campo financeiro, tecnológico, de comunicação e militar, o engajamento com o sistema norte-americano, então, é total.
França e Inglaterra também atuam na região, pois cuidam respectivamente, de seu território ultramarino e sua ex-colônia e agora República Cooperativa aliada, dos quais ainda extraem petróleo e minério.
O Brasil é um hub geopolítico importante. Um reservatório de recursos estratégicos e um país de proporções continentais. Representa um elemento-chave no Atlântico Sul e, portanto, não pode e não deve se transferir para a esfera de influência alheia à sua base política e cultural, que é o ocidente, os EUA e a Europa ocidental.
Posto isso, chega a ser risível a busca do regime lulopetista pelo confronto com os EUA, inclusive no campo monetário – ao buscar a “desdolarização” da economia. A esquerda brasileira, ao que tudo indica, nada aprendeu da história contemporânea brasileira. Está claramente repetindo todos os erros do passado pós-guerra.

Essequibo: o novo gatilho geopolítico
A disputa entre Venezuela e Guiana pela região de Essequibo — rica em petróleo e minerais — escalou perigosamente. Maduro promulgou uma lei criando a província venezuelana de “Guiana Essequiba”, desafiando a soberania guianense e a decisão da Corte Internacional de Justiça.
A disputa pelo território de Essequibo está provocando uma reconfiguração no tabuleiro geopolítico da América do Sul, com impactos que transcendem as fronteiras nacionais. Potências globais, organizações criminosas e países vizinhos observam com atenção as oportunidades e ameaças decorrentes desse cenário instável.
A Federação Russa e a República Popular da China figuram entre os principais atores externos. Moscou considera a Venezuela uma aliada estratégica para conter a influência dos Estados Unidos na região, enquanto Pequim investe em infraestrutura e acordos comerciais no contexto da Nova Rota da Seda. A eventual queda do presidente Nicolás Maduro pode transformar sua figura em um passivo diplomático para ambos, exigindo revisão de contratos e reposicionamento estratégico. No entanto, a aposta em uma Essequibo Venezuelana pode fazer as duas potências avançarem sobre o veio de minérios nobres e terras raras, bem como sobre o lençol de petróleo de boa qualidade, que se estende até o Brasil.
Cuba mantém vínculos ideológicos e operacionais com o regime chavista, especialmente por meio das milícias bolivarianas. Aliás, é cediço que 60 mil militaqres cubanos auxiliam Maduro na manutenção da “ordem”, constrangendo diretamente os oficiais do exército bolivariano.
França e Reino Unido, por sua vez, possuem interesses diretos na Guiana Francesa e na Guiana Britânica, respectivamente, e acompanham com preocupação a escalada da crise, que ameaça a estabilidade de seus territórios ultramarinos e pode demandar reforço militar e diplomático.
A Guiana é território protegido pelo Reino Unido e, portanto, sob tutela da OTAN. Assim, um conflito militar regional poderá facilmente escalar como estopin para um confronto entre potências do Eixo Russo-Chinês e Iraniano e a Europa/EUA.
A Venezuela ameaça realizar uma invasão terrestre via Brasil, o que criaria uma crise diplomática direta com o governo brasileiro. O Exército brasileiro, a propósito, já deslocou blindados para Roraima, enquanto o Itamaraty tenta mediar a crise. O problema é que os anos de abandono das forças armadas brasileiras, agora são sentidas numa mera mobilização intraterritorial…
Militarmente, o Brasil encontra-se desprotegido.
Infográfico Geopolítico

Os Cenários Pós-Maduro e Expansão do Crime Organizado
Maduro irá cair e o desastroso regime bolivariano cairá com ele. Não é uma questão de “se”, mas de “quando”… e isso não deverá tardar.
Diante desse contexto, delineiam-se três cenários prospectivos para o futuro da Venezuela:
- Transição Democrática com Apoio Internacional: Uma coalizão interna, com suporte dos Estados Unidos, União Europeia e países vizinhos, promove a derrubada do regime chavista e inicia um processo de abertura política e econômica.
- Substituição por Regime Militar ou Autoritário: O presidente Maduro é removido, mas substituído por uma liderança vinculada ao chavismo, mantendo o alinhamento com o eixo Rússia-China-Irã.
- Fragmentação Institucional e Guerra Civil: A queda do regime gera um vácuo de poder, com disputas entre facções militares, milícias e grupos políticos, conduzindo o país ao colapso institucional.
Cada um desses cenários apresenta implicações diretas para o Brasil e seus vizinhos, especialmente no campo da segurança pública.
A instabilidade venezuelana favorece, a princípio, a atuação de redes criminosas transnacionais, com destaque para o tráfico de drogas, armas e pessoas.
Organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) já demonstram movimentações estratégicas. O PCC, com estrutura hierarquizada e foco logístico, pode utilizar rotas venezuelanas para escoamento de ilícitos, além de negociar com grupos locais e setores militares corruptos. O CV, com atuação descentralizada e perfil mais violento, tende a ocupar territórios instáveis, replicando o modelo de milícias.

Haverá, portanto, a necessidade de impor uma “linha dura” de reconexão do território venezuelano com a realidade atroz de uma economia totalmente em frangalhos, instituições destruídas e uma classe política notoriamente massacrada e acovardada.
A atenção para com a segurança pública – vetor de interesse da emergência norte-americana, deve ser prioritária.
Em caso de transição democrática, as facções acima mencionadas podem tentar cooptar setores desmobilizados da segurança pública. Em um regime autoritário, no entanto, o tráfico – a princípio combatido, poderá ser “fagocitado” e institucionalizado. Já se viu isso na Bolívia, Panamá, Nicarágua e Brasil.
Num cenário de guerra civil, por sua vez, o território venezuelano se converterá em corredor livre para o crime organizado.
Não por outro motivo, o futuro da Venezuela sem Maduro deverá passar por um arranjo regional envolvendo os EUA, OEA, OTAN e países vizinhos.
Nesse caminho, há de se avaliar os impactos regionais.
Impactos regionais:
- Brasil: Estados como Roraima e Amazonas tornam-se áreas críticas. O PCC já atua em Boa Vista e Manaus com células logísticas, enquanto o CV disputa zonas periféricas e rotas fluviais.
- Colômbia: Dissidentes das FARC e do ELN podem estabelecer alianças com facções brasileiras, formando um bloco criminal transnacional.
- Guiana: A disputa por Essequibo e a instabilidade institucional criam um vácuo de segurança explorado por traficantes e milícias.
Esse panorama demanda respostas coordenadas, com reforço das fronteiras, cooperação regional e estratégias integradas de enfrentamento ao crime organizado.
O desafio exigirá profunda especialização dos operadores – foco absoluto na resolução dos conflitos e extirpação imediata do proselitismo, tão ao gosto latino americano.
Obs.: Análise de Cenários extraída do relatório AICA sobre o conflito no Caribe.
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PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro, “Narco Nazismo Venezuelano Está Maduro Para Cair”, in Blog The Eagle View, 14 de maio de 2016, visto em 23Fev2019, in https://www.theeagleview.com.br/2016/05/o-narco-nazismo-venezuelano-esta-maduro.html
*Antonio Fernando Pinheiro Pedro é advogado (USP), jornalista e consultor ambiental. Sócio diretor do escritório Pinheiro Pedro Advogados e Diretor da AICA – Agência de Inteligência Corporativa e Ambiental. É membro do Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Membro do Centro de Estudos Estratégicos da Iniciativa DEX, Presidente da UNIÁGUA – Associação Universidade da Água e Vice-Presidente da Associação Paulista de Imprensa – API. É Editor-Chefe do Portal Ambiente Legal e responsável pelo blog The Eagle View.
Fonte: The Eagle View
Publicação Ambiente Legal, 26/08/2025
Edição: Ana Alves Alencar
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